Biografia e Frases de Schopenhauer

Biografia e frases de Schopenhauer

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Alguns eventos marcantes na vida de Schopenhauer fizeram com que o jovem filósofo tivesse dificuldades para se relacionar com as pessoas e desenvolvesse uma personalidade um tanto quanto pessimista e isso levou o pensador a preencher esse vazio com animais de estimação.

Schopenhauer elegeu os poodles como seus companheiros, sendo que a obsessão pelos cães começou na infância e o acompanhou até sua morte. Dessa maneira, o filósofo colecionava poodles que, curiosamente, tinham sempre o mesmo nome. Atma é uma palavra hindu que significa “eu interior” ou “alma transcendental” e foi o nome escolhido para os cães, já que o filósofo acreditava que todos aqueles animais expressavam a grandeza de um só ser.

 

Biografia de Arthur Schopenhauer

Arthur Schopenhauer foi um filósofo alemão do século XIX da corrente irracionalista. Nasceu em Danzig, na Prussia, 22 de Fevereiro 1788 e morreu em Frankfurt am Main, 21 de Setembro 1860.

Pessimista em sua visão do mundo, considerou ser a Vontade a última e mais fundamental força da natureza, que se manifesta em cada ser no sentido da sua total realização e sobrevivência. O conceito de Vontade deste filósofo diz respeito a algo infinito, uno, indizível, e não a uma vontade finita, individual, ciente. Ela estaria presente no homem, como em toda a natureza. Para Schopenhauer, a realidade é vontade irracional, onde o finito nada mais é que mera aparência da realidade.

A vontade infinita, traz com ela a característica da insaciabilidade, sendo então algo conflituoso que geraria dor e sofrimento ao homem.

 

Biografia e Frases de Schopenhauer

 

Iniciou estudos de medicina na universidade de Gottingen, mudando depois para filosofia, na universidade de Berlim. Sua tese Vierfach Wutzel der Zats uber zurechern Grund (Sobre a quádrupla raiz do princípio da razão suficiente) foi escrita em 1813. O difícil convívio com sua mãe com certeza marcou sua personalidade mas ela lhe permitiu conhecer intelectuais como Goethe (1749-1832), que freqüentavam sua casa em Weimar, centro da vida cultural alemã em sua época.

Com a herança recebida do pai pôde viver sua vida de solteiro com relativo conforto e inteiramente entregue ao seu trabalho intelectual. Seu principal livro foi Die Welt als Wille and Vorstellung ou “O Mundo como vontade e representação” (1819), embora o seu livro Parerga e Paraliponema (1851) seja o mais conhecido.

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